A América Latina e o Caribe estão entre as regiões mais violentas do mundo para as mulheres. A violência de gênero, os feminicídios e a baixa presença feminina nos espaços de decisão revelam que ampliar a participação política das mulheres é uma tarefa urgente para toda a região.
Foi nesse contexto que, em 2020, a Campanha de Mulher atravessou fronteiras com a experiência Campanha Latina. Em articulação com movimentos feministas locais, acompanhamos os processos eleitorais da Argentina, da Bolívia e do Uruguai, fortalecendo a visibilidade de candidaturas feministas e a construção de redes entre mulheres latino-americanas.
A experiência mostrou que, diante de desafios compartilhados, a mobilização regional e a troca de estratégias são fundamentais para eleger mais mulheres e transformar a política em toda a América Latina.
A América Latina e o Caribe estão entre as regiões mais violentas do mundo para as mulheres. A violência de gênero, os feminicídios e a baixa presença feminina nos espaços de decisão revelam que ampliar a participação política das mulheres é uma tarefa urgente para toda a região.
Foi nesse contexto que, em 2020, a Campanha de Mulher atravessou fronteiras com a experiência Campanha Latina. Em articulação com movimentos feministas locais, acompanhamos os processos eleitorais da Argentina, da Bolívia e do Uruguai, fortalecendo a visibilidade de candidaturas feministas e a construção de redes entre mulheres latino-americanas.
A experiência mostrou que, diante de desafios compartilhados, a mobilização regional e a troca de estratégias são fundamentais para eleger mais mulheres e transformar a política em toda a América Latina.